Stranger Things: Uma mistura de vários gêneros

A Netflix está cada vez mais produzindo séries que são um enorme sucesso de crítica e público. Séries como Demolidor, Jessica Jones, House of Cards, entre outros, são um sucesso. House of Cards, por exemplo, já foi indicado a vários prêmios, ganhando alguns. Com tantas séries de qualidade em seu catálogo, fica até complicado escolher qual a melhor. Entretanto, uma acabou se destacando este ano, Stranger Things. A série foi uma surpresa para todos, tornando-se um enorme sucesso da Netflix.

A série é protagonizada por crianças e tem apenas uma atriz famosa no elenco, Winona Ryder. Mas, não se engane pensando que por ter crianças desconhecidas como protagonistas, a série será ruim, muito pelo contrário, é maravilhosa.

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Criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, a história se passa em 1983. Além de utilizar elementos culturais daquela época, como a trilha sonora – que é magnífica – e referências das obras de Steven Spielberg, John Carpenter e Stephen King.

Uma passeio pelo passado

O enredo gira em torno de quatro amigos, Will, Dustin, Lucas e Mike, entretanto, tudo muda quando Will simplesmente desaparece. Com seu desaparecimento surge uma criança chamada Eleven e com sua chegada, eventos sobrenaturais começam acontecer e inclusive a própria Eleven possuí poderes sobrenaturais. Além disso, é graças as suas habilidades que ela pode ajudar na busca pelo Will.

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Essa é praticamente a premissa de toda a primeira temporada. Durante toda a temporada somos presenteados com ótimas atuações, tanto das crianças, como do elenco adulto. Principalmente da Winona Ryder que voltou com tudo. As cenas são bem dirigidas, misturadas com uma excelente trilha sonora.

A Netflix nos presentou com uma série excelente. Com a primeira temporada perfeita, incluindo o enredo, as atuações, trilha sonora, a ambientação e fotografia, ficamos aguardando ansiosamente pela chegada da segunda temporada. Vale a pena conferir.

Marco Lotes

Jornalista e aspirante a ator. Pothermaníaco e "dementador de livros" ele é extrovertido, amante da sétima arte e colecionador de relíquias cinematográficas.

Marco Lotes

Jornalista e aspirante a ator. Pothermaníaco e “dementador de livros” ele é extrovertido, amante da sétima arte e colecionador de relíquias cinematográficas.